Aprender uma outra língua pode fazer toda a diferença na hora do mercado de trabalho. Além da troca de conhecimentos e aprendizagem sobre a cultura de uma nova região, ainda ajuda na confiança e independência na comunicação com pessoas de outros países.

O melhor momento para aprender um segundo idioma é na infância. É neste período que a criança desenvolve melhor o cérebro e consegue criar novas conexões. É durante a infância que o cérebro trabalhar com maior intensidade, o que facilita o aprendizado.

Pensando nisso, a Maple Bear Santana, com o sistema de ensino da Maple Bear Canadian School, valoriza o aprendizado bilíngue dentro da sala de aula.  O programa constrói uma base sólida para cada aspecto do desenvolvimento dos alunos: intelectual, criativo, emocional, social e físico, além de fornecer um pilar concreto para uma aprendizagem mais estimulante e eficaz.

Na metodologia presente na Escola, as crianças desenvolvem suas competências em inglês – em um processo de aprendizado contínuo -, incentivadas por estratégicas autênticas, em um ambiente escolar descontraído.

Toda a comunicação, entre professores e funcionários com os alunos, é feita na língua inglesa. Essa proximidade permite que as crianças desenvolvam compreensão, comunicação e escrita, de forma natural, até os cinco anos de idade. A partir dos seis anos, apenas, que as aulas de Língua Portuguesa são inseridas na grade curricular do Intermediate Kindergarten.

O aprendizado bilíngue significa ensinar a criança a aprender e pensar em dois idiomas. A criança vivencia o inglês em diversas atividades propostas dentro da Escola: seja em uma aula de culinária, exercício físico, jogo ou música. A Maple Bear Santana se preocupa com a diversidade e com a imersão na realidade de outras culturas.

 

 

 

 

Dear Parents:

Estamos retomando as atividades no nosso blog! Toda a semana iremos postar os principais acontecimentos da Escola, curiosidades sobre saúde, alimentação, além de dicas culturais ou de culinária.

Hoje, em homenagem a Páscoa, preparamos – junto as crianças -, um brigadeiro de cenoura. Segue a receita abaixo para que possam fazer em casa também.

Bom apetite e Happy Easter!!

Maple Bear Santana Team

 

Brigadeiro de Cenoura

Ingredientes:

1 lata de leite condensado

1 cenoura pequena descascada

1 colher de sobremesa de manteiga

Açúcar cristal para polvilhar

Modo de preparo:

Ralar a cenoura e bater no liquidificador com o leite condensado.

Colocar em fogo médio com uma colher de manteiga e mexer até dar ponto de brigadeiro.

Colocar em potinhos e deixar esfriar. Polvilhar açúcar cristal por cima.

OBS: Em caso de alergia ou restrições ao leite, utilizar leite condensado de soja.

Dear Parents:

Estamos em uma época propícia para o surgimento de doenças, o que é algo que preocupa bastante os pais. Pensando nisso, consultamos a pediatra Dra. Flávia Regina Oliveira, que nos fala um pouco sobre o assunto.

downloadO outono é a época com maior circulação de vírus durante o ano. A clima mais seco piora muito a

qualidade do ar, levando a um maior risco de aquisição de doenças respiratórias . Até os 3 anos de

idade, a imunidade está em formação e durante essa fase do ano a média de infecções

respiratórias é de 2 ao mês . Isso mesmo …. A criança praticamente fica doente o tempo todo !

Isso é motivo de grande estresse e preocupação dos pais , levando-os à idas ao pronto-socorro

muitas vezes desnecessárias. Por isso saber identificar os sinais de alerta frente à uma situação

de doença do seu filho é de extrema importância . O sinal clínico mais comum e o mais

aterrorizante para os pais é a febre. A febre é um alerta do corpo para algo que está

errado …porém, não é motivo para desespero. Durante a febre nosso organismo libera no corpo

diversos mediadores anti inflamatórios que auxiliam no combate à infecção . Desta maneira deve-
se medicar somente se a temperatura estiver acima de 37.8 para que a febre cumpra sua função.

Se a criança é maior de 3 meses e está em bom estado geral , o ideal é aguardar de 48 a 72

horas de febre para se realizar uma avaliação médica. É muito comum a procura ao pronto

socorro com menos de 24 horas de febre o que acarreta em exposição a outros gentes

infecciosos e exames sem necessidade. Com um período tão curto de febre a chance de não se

encontrar alguma alteração ao exame físico é muito grande. Outro sinal de alerta importante é o

comportamento do criança …. Se você percebe que mesmo sem febre seu filho está prostrado ou

muito diferente do habitual pode ser que seja necessária uma avaliação. Nessas horas uma boa

relação com seu pediatra é fundamental , pois vc irá dividir com ele suas angústias e desta

maneira tomar a melhor decisão !

Não há tranquilizante melhor para mãe que uma boa conversa com o pediatra, não é?

Have a good week!

Milene & Roberta.

Dear Parents:

Educar não é uma missão fácil! Em tempos tão competitivos e corridos, preservar valores como respeito, amizade e cooperação são desafios para quem tem filhos. Pensando em auxiliá-los nesta missão, inauguramos hoje o blog Maple Bear Santana. Aqui disponibilizaremos semanalmente conteúdo especialmente elaborado e selecionado sobre diferentes aspectos do desenvolvimento infantil. Além disto, este também é um espaço para papais e mamães colocarem seus anseios e dúvidas sobre os assuntos abordados e para trocar informações com outros pais. Afinal, compartilhar é uma forma de aprender.

Aproveitem a leitura e tirem suas dúvidas!

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

Após uma temporada de cuidados em casa, chega a hora de nosso filho ir à escola, motivo de muita ansiedade e expectativa por parte de nós, pais, já que este é o momento que marca de fato a entrada da criança no mundo da sociedade.

Matrícula feita, os próximos dias serão dedicados a escolher mochila, comprar uniforme, meias novas e calçados adequados. Um lacinho de cabelo combinando com a cor da farda para as meninas também é muito bem-vindo. Tudo isso para que esse pequeno e frágil ser que mal saiu de nossas entranhas possa iniciar essa nova fase da vida com o maior conforto possível.

Tudo parece estar indo bem, até que, após algumas semanas de aula, chegamos para pegar nosso filho e já da porta da sala vemos uma marquinha em seu braço. Será? Não pode ser! Mas a professora confirma: “seu filho foi mordido!”. Momento de pausa. Rapidamente, a alegria da expectativa do encontro se transforma em uma mistura de raiva com tristeza e quase sem perceber estamos lá perguntando com ares de revolta: “Quem foi?”. A professora educadamente responde: “Nós não costumamos identificar a outra criança, mas não se preocupe, tomaremos providências para evitar que isso ocorra novamente”. E agora ela – a professora – é também alvo de nossa raiva. Saímos com uma cara de que entendemos (só que não), mas assim que chegamos ao carro, nosso espírito CSI entra em ação: “Pedrinho, quem foi o coleguinha que mordeu mesmo? Conta para a mamãe e para o papai!”. “Foi a Mariazinha, mamãe”. Coitada da Mariazinha. Nem precisa dizer que a orelha da menina ficou quente, né?

Igualmente ou até mais transtornante é receber um recado na agenda comunicando que o nosso filho mordeu um colega. Em vez de raiva , vem a culpa e o peso de estar criando um possível delinquente. Na noite do comunicado, os pais não dormem (a mãe, na verdade). Às quatro da manhã, ela acorda o marido e pergunta: “Amor, será que Joãozinho vai ser sempre assim? O mundo de hoje está tão perdido, sei lá… fico tão preocupada! Ah, mas isso não vai ficar assim. Amanhã mesmo ele vai ficar de castigo. E na próxima leva palmada”. Nem precisa dizer que o marido respondeu “unhum” a tudo o que a esposa falou. E que o castigo do dia seguinte não funcionaria. Nem a palmada.

Tá, eu estou exagerando para o texto ficar mais interessante. Nem todo pai reage desse jeito. Na verdade há pais que levam esse e outros acontecimentos que envolvem seus filhos numa boa. Mas há também quem não encare tão bem as famosas mordidas.

O que é preciso estar claro, tanto para os pais de uma criança que foi mordida como para os de uma que mordeu, é que ambas estão em processo de desenvolvimento e que é fundamental compreender a etapa em que se encontram para poder saber agir nessas situações (e para não sentir raiva, nem culpa).

Para entender melhor esse tipo de comportamento, vamos lembrar um pouco de Sigmund Freud. Segundo o pai da psicanálise, o ser humano se desenvolve em fases psicossexuais. Em cada fase, há uma zona principal que atua no sentido de proporcionar prazer e experiências significativas ao ser humano. Entre 0 e 1 ano e meio, essa zona é a boca – e é através da sucção, de levar objetos à boca e da mordida que a criança conhece melhor o que há ao seu redor.

Para quem não é fã da psicanálise e acha que essa história de fase psicossexual não passa de uma viagem de Freud, Piaget já explicava que a criança no período sensório-motor, de 0 a 2 anos, experimenta o mundo através dos sentidos, e que a boca é um elemento crucial nesse processo.

A conclusão disso, mesmo em diferentes linhas de pensamento da Psicologia, é que a boca é, de fato, para a criança pequena, um instrumento importantíssimo de exploração. Então, meninos e meninas, através dela, nos primeiros anos da primeira infância, irão não somente conhecer o mundo, como também expressarem suas angústias, ansiedades e frustrações, sugando, levando objetos à boca e…. mordendo!  Por esse motivo as temíveis mordidas são tão comuns na educação infantil.

Tendo compreendido o porquê de tal comportamento, o importante agora é que pais e mães (me incluo nesse grupo) procurem ficar tranquilos , seja seu filho o mordido ou o que mordeu. Mesmo que você ainda não tenha passado por essa experiência, é melhor se preparar, porque as estatísticas estão a favor das mordidas.

Mas existe algo que possa ser feito para além do entendimento?

Conversar com seu filho e estimulá-lo sempre a expressar o que ele está sentindo, mesmo que ele ainda nem fale, é um ótimo recurso para trabalhar ansiedade e frustração. Atividades como rasgar e amassar papel, massinha de modelar e outros materiais de textura diferente, além de contação de histórias sobre o tema também são uma boa pedida para aliviar a tensão e para introduzir as crianças no mundo da boa conduta social. Em situações em que presencie seu filho (a) com a boca (literalmente) na botija, retire-o do conflito, olhe-o nos olhos, seja firme e diga-lhe que não se deve morder. Peça-lhe ainda para passar um “remedinho” (nem que seja apenas simbólico) no machucado.

De tudo isso, contudo, o mais importante  é ter em mente que morder e ser mordido faz parte do processo de aprendizagem de nossas crianças, e que quanto mais tranquilos e seguros estejamos diante deste e de muitos outros acontecimentos, melhor nossos filhos irão aprender e melhor estarão preparados para a vida.

Sabendo disso, é hora de pedir desculpas para a Mariazinha e de deixar o maridão dormir sossegado. Afinal, uma boa noite de sono também é a solução para muita coisa!

 

Roberta Vasconcelos

Psicóloga Escolar

 [u6]Sem vírgula

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.